segunda-feira, 23 de junho de 2008

Homem Chama

O calor da morte arde devastando
A natureza viva
As veias enraizadas pulsam
Mas não sucedem vôo

Num dramático desespero
O desdenhar cala pouco a pouco,
A força do verde que faz vida
Que faz sossego e cura dor

Cortando o orvalho
O vento corre determinado
Impulsionando a chama
Sobre a flora que Deus plantou

Derretida a perfeição
O homem chama de vaidade
Chama de dinheiro,
Chama de covarde,
Chama de desamor,
O homem chamado assassino

Nenhum comentário:

Postar um comentário