O calor da morte arde devastando
A natureza viva
As veias enraizadas pulsam
Mas não sucedem vôo
Num dramático desespero
O desdenhar cala pouco a pouco,
A força do verde que faz vida
Que faz sossego e cura dor
Cortando o orvalho
O vento corre determinado
Impulsionando a chama
Sobre a flora que Deus plantou
Derretida a perfeição
O homem chama de vaidade
Chama de dinheiro,
Chama de covarde,
Chama de desamor,
O homem chamado assassino
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