No canto dos olhos
RáIsis da pressa,
Folclóricas esperanças
Busco o que resta
Não existe quem saiba tudo
O novo sempre vem
Do berço que cabe três palmos
Ou de uma voz que vem do além
Eternizando a busca
Cavo o meu no céu,
Sou inconstante
Pouco exata
Má, mas nunca ingrata
A sinceridade me fez assim,
Com coração na face
O pulso me franze a testa,
Cabeça sempre a mil
E freios esgarçados
Conflito entre promessas
O bem e o mal
Meu equilíbrio necessário,
De malicia e continência
Continuo...
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