O sol já nasceu
E hoje como sempre,
Nunca o mesmo céu
De cores e curvas
Já se encharcam os olhos admirados
Que alcançam esperanças
Do aquecer que se inicia
Justificando nossa estadia
Enquanto a morte não nos adia
Os sentidos se mostram ali
Em manifestações extravagantes
Segue o monólogo da natureza
Que sem respostas,
De quando em quando clama em rebeldia
A multidão percorre despercebida
Contemplando suas verdades
Semeiam a colheita do rancor
Criando necessidades inexistentes
Torna-se muito menos gente
E mais gente pra que?
Já que nesse predestino
O tanto já nem se olha
Deixando quanto...
Quantas paixões não percebidas
Oi...Repito aqui para que fique registrado o quanto gostei desse seu poema o comentário lá do Planeta...
ResponderExcluirOlha... Uma visão extremamente sensivel e amadurecida da vida e do que nos envolve como sentimento.
Nunca o mesmo céu...porque o universo está em constante mutação, assim como nosso íntimo que a cada amanhecer acorda inundado de novas experiências e repleto de sonhos que nos invadiram e nos mostraram caminhos... e assim é o monólogo da natureza que nos ensina dia a dia seus segredos...a cada nascer do sol.
Um lindo poema...continue assim.
Beijo
Renato Baptista
Poucos sábios são capazes de admirar a beleza de uma flor pela sua pura essência...
ResponderExcluirRaríssimos os que tem dom de plantá-las através da poesia ...
Te adoro Éses !
Bjs,
Olha isso... quem diria, hein ? Isis escancarando todo a sua sensibilidade... Muito bom, parabéns!!
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