É quando inspiro na sua nuca, todo aquele oxigênio
Quando a sede da sua saliva só me faz sentir mais sede de você
E nada cessa, numa vontade interminável
O choro agora me percorre
Um choro seco
Sem lagrimas
Um soro sem sal
É só a agonia de não te ter por perto
A incerteza do que já foi escrito a muito
Na paciência inexistente
Minha boca se cala,
Mas eu nem precisaria de palavras pra demonstrar meu eu, hoje
Você bastaria
Ressucitando após inverno em pleno verão inconsequente. Faz frio mas seu poema aquece, demosntrando agonia recoberta de saudade. Um típico escrever todo seu.
ResponderExcluirGosto muito de perceber seus poemas fiotinha.
Beijo grande
Renato Baptista