A noite enche meu corpo febril
Com seus desejos e anseios
A brisa que corta hoje, não vem de dentro pra fora
Meu país sempre minha mente
Que boceja sem querer acabar
Mas o cansaço fortalecido não dá opção
Fechando o muros que existe
Entre eu e a distância da contradição
Na esperança do sono compensador
Me entristeço imaginando a fervura
De um amor que chegaria com pudor
Dormir no desperdício do encontro
Onde pode estar o encanto
É como engolir um dia marcado
Não viver um conto espaçado
Não cair pra contar histórias
Não fugir do inesperado
Não saber o próximo segundo
Não se permitir perante o mundo
Ignorar o calendário, engolir um dia marcado.
Nenhum comentário:
Postar um comentário